Cultura
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Yoga

Yoga pode não ser a pedra filosofal mas tenho me arranjado bem com ele. Asthanga ou Hatha, depois que se entende e se pratica com bom senso e seriedade, a idéia de você, um tapetinho e o mundo traz como bônus uma inusitada sensação de liberdade – como se a sua bagagem se limitasse a você.  Não virei uma yogachata, mas sinto que é uma obrigação (um agradecimento?) dar um toque para as pessoas. Quem se interessar não deve ficar assustado com as posturas, algumas parecem coisa do Cirque du Soleil; o mais bacana é a sensação de controle do corpo, fazer coisas que havíamos esquecido de fazer desde criança, como se esticar, fazer ponte, bundacanástica, quem sabe escalar. O efeito na cabeça e no espírito depende de cada um: não curei minha cachola ainda, mas tenho me divertido muito.  A idéia é cada um vai até onde pode. Como eu gosto de ashtanga (uma escola mais ‘punk’, em que os movimentos são encadeados) recomendo um site onde dá para visualizar todas as séries, com explicação das posturas e dos vinyasas   http://ashtangayoga.info/asana-vinyasa/index.html.  

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Este post foi publicado em: Cultura
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por

Ana Calazans, jornalista.

1 comentário

  1. Já convenceu a família a fazer inclusive! Estamos precisando, em São Paulo aprender a respirar inclusive é mto necessário!

    TE AMO!

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